O cartaz da campanha contra as drogas de Israel mostra um jovem vestido como homem-bomba, mas com álcool e drogas no lugar dos explosivos. O texto diz: “Sou Omer, 16, de Raanana. Hoje eu deixei minha casa, deixei meus pais, meus irmãos. Vou beber álcool e me drogar em Tel Aviv. Mamãe, não chore. Estou a caminho do Paraíso.” (Foto: Divulgação)Para coordenadores e frequentadores de grupos de Amor-Exigente.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Interessante o cartaz!
O cartaz da campanha contra as drogas de Israel mostra um jovem vestido como homem-bomba, mas com álcool e drogas no lugar dos explosivos. O texto diz: “Sou Omer, 16, de Raanana. Hoje eu deixei minha casa, deixei meus pais, meus irmãos. Vou beber álcool e me drogar em Tel Aviv. Mamãe, não chore. Estou a caminho do Paraíso.” (Foto: Divulgação)segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Cadeira de praia e guarda-sol!

Como estratégia para falar sobre o nosso
10º Princípio - Cooperação - uma vez que escrevi sobre puxar rede na praia - estou pensando em levar para falar sobre este tema uma cadeira de praia e um guarda-sol.
Imagine a cena:
Eu - ou você é claro – falando sobre a mãe sentadinha na cadeira debaixo do guarda-sol olhando o seu marido e os filhos ajudando a puxar a rede e pensando consigo mesma:
Imagine a cena:
Eu - ou você é claro – falando sobre a mãe sentadinha na cadeira debaixo do guarda-sol olhando o seu marido e os filhos ajudando a puxar a rede e pensando consigo mesma:
-Para colocar o lixo para fora de casa é uma briga. Precisa haver um debate longo e cansativo para ver quem vai levar o lixo.
E eu – ou você – falando sobre isto sentado na cadeira com o guarda-sol ao seu lado. Dá para imaginar a cena e o quanto vai marcado nas pessoas?
Será que eu estou ficando doido ou esta pode ser uma estratégia interessante para falarmos sobre Cooperação?
Vou aguardar a opinião de todos.
Serginho – Coordenador do Programa do Amor-Exigente em SC
E eu – ou você – falando sobre isto sentado na cadeira com o guarda-sol ao seu lado. Dá para imaginar a cena e o quanto vai marcado nas pessoas?
Será que eu estou ficando doido ou esta pode ser uma estratégia interessante para falarmos sobre Cooperação?
Vou aguardar a opinião de todos.
Serginho – Coordenador do Programa do Amor-Exigente em SC
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Você puxa rede na sua casa?
Você puxa rede na sua casa?
"O todo é maior que a soma das partes"
Para as pessoas que moram próximas ao litoral e principalmente onde existem colônias de pescadores, já deve ter presenciado os pescadores puxando uma rede do mar.
Em virtude do tamanho e do peso da rede é preciso que vários pescadores ajudem para que a rede possa ser puxada até a areia.
E quando esta cena acontece no verão, em plena temporada de férias, outras pessoas se juntam aos pescadores para ajudar na tarefa. Aí, você vê pessoas de todas as idades fazendo força sem que precise ser chamadas a fazer tamanho esforço.
Quando o resultado do esforço chega até a praia, todos ficam maravilhados pela quantidade de peixes e por ter contribuído para o resultado final.
E o mais interessante de tudo é que todos saem felizes por ter ajudado os pescadores, mesmo que não ganhem “nadica de nada” pelo esforço.
Oura coisa que chama a atenção é que o número de mulheres é bem menor do que o número de homens e o grande número de crianças.
Quando você olha para as cadeiras e guarda-sóis, lá estão as mães olhando atentamente os seus filhos e maridos envolvidos na tarefa de forma alegre e participativa. Eles vão ter história para contar depois das férias.
E muitas mães também devem estar pensando que para levar o lixo para fora de casa é preciso haver uma conferência familiar para ver quem pode levar o danado do lixo.
Se pedir para alguém, este alguém poderá dizer em alto e bom tom:
-Por que eu?
Logo vai ser preciso uma discussão cansativa para ver quem vai levar o lixo para a lixeira.
Aí, perdemos a noção de que viver em família é viver a cooperação e que na praia, quando ajudamos a puxar uma rede, estamos praticando a colaboração.
A cooperação está vinculada à interação, a qual requer a formação de vínculos e a reciprocidade afetiva entre os participantes. O todo é maior que a soma das partes.
No ambiente familiar, a cooperação baseia-se na aceitação de uma liderança e de uma hierarquia voltada unicamente para o bem de todos, onde cada membro da família é responsável por uma parte da tarefa. Lembram do nosso principio Pais e Filhos Não São Iguais?
A nossa família não é propaganda de margarina, ou pelo menos não deveria ser, onde uma pessoa faz tudo, no caso à mãe, e os demais aproveitam. É mãe que coloca a mesa do café, é ela que tira e ela que lava tudo. É ela que vai colocar a mesa do almoço e da janta e, provavelmente, será ela que vai lavar. É ela que vai arrumar as camas e é ela que vai lavar as roupas. Isto até pode ser um hotel 5 estrelas, agora uma família é que não é.
A cooperação baseia-se no respeito a todos os membros da família e é obtida quando se exige de cada um deles o cumprimento das tarefas indispensáveis à manutenção e ao controle da própria família.
Ao contrário da rede na praia onde a minha colaboração não está baseada necessariamente ao resultado final, até porque pode ser que não venha nenhum peixe na rede, eu apenas estou contribuindo assim como os demais que se somaram aos pescadores.
Os pescadores que vivem na colônia, na forma como estão constituídos, sabem que a cooperação é que poderá garantir o pão de cada dia.
Saindo da praia e voltando para nossa casa, o que poderá garantir uma relação harmoniosa da nossa família não é apenas a intimidade ou o viver de baixo do mesmo teto, e sim a cooperação.
No grupo familiar que não existe cooperação, certamente existe a exploração. E aqui eu preciso dar um pulinho até o nosso 12º princípio e dizer que cada vez que fazemos por uma pessoa o que ela mesmo pode fazer, roubamos dela a possibilidade de realização.
Percebam que a cooperação é a oportunidade de realização individual dentro do grupo familiar. E se eu não ensinar aos meus filhos sobre a importância da cooperação em casa, eles não vão ser cooperativos quando tiverem o seu próprio lar e estamos contribuindo para uma sociedade muito mais egoísta, onde cada pensa em si mesmo e o resto, é resto.
Precisamos estar atentos pois acostumamos a valorizar nossos filhos por desejarem estar conosco e não por desejarem cooperar conosco. E que toda e qualquer cooperação precisa estar precedida de uma recompensa como se isto fosse uma disputa.
Talvez, como dica é claro, na próxima vez que estivermos na praia e acontecer um arrastão (puxar rede de peixe) e os nossos familiares saírem correndo para ajudar, alguém registre este momento para poder mostrar o quanto estavam felizes ajudando a puxar a rede. Ou quem sabe, comprar um quadro com a cena de todos puxando uma rede. Quem sabe assim, quando for requerida a cooperação de todos em casa, possam perceber que a felicidade e a alegria do lar deve ser muito mais importante do que apenas alguns momentos numa praia num determinado verão.
Um grande e fraterno abraço amigos de caminhada.
"O todo é maior que a soma das partes"
Para as pessoas que moram próximas ao litoral e principalmente onde existem colônias de pescadores, já deve ter presenciado os pescadores puxando uma rede do mar.
Em virtude do tamanho e do peso da rede é preciso que vários pescadores ajudem para que a rede possa ser puxada até a areia.
E quando esta cena acontece no verão, em plena temporada de férias, outras pessoas se juntam aos pescadores para ajudar na tarefa. Aí, você vê pessoas de todas as idades fazendo força sem que precise ser chamadas a fazer tamanho esforço.
Quando o resultado do esforço chega até a praia, todos ficam maravilhados pela quantidade de peixes e por ter contribuído para o resultado final.
E o mais interessante de tudo é que todos saem felizes por ter ajudado os pescadores, mesmo que não ganhem “nadica de nada” pelo esforço.
Oura coisa que chama a atenção é que o número de mulheres é bem menor do que o número de homens e o grande número de crianças.
Quando você olha para as cadeiras e guarda-sóis, lá estão as mães olhando atentamente os seus filhos e maridos envolvidos na tarefa de forma alegre e participativa. Eles vão ter história para contar depois das férias.
E muitas mães também devem estar pensando que para levar o lixo para fora de casa é preciso haver uma conferência familiar para ver quem pode levar o danado do lixo.
Se pedir para alguém, este alguém poderá dizer em alto e bom tom:
-Por que eu?
Logo vai ser preciso uma discussão cansativa para ver quem vai levar o lixo para a lixeira.
Aí, perdemos a noção de que viver em família é viver a cooperação e que na praia, quando ajudamos a puxar uma rede, estamos praticando a colaboração.
A cooperação está vinculada à interação, a qual requer a formação de vínculos e a reciprocidade afetiva entre os participantes. O todo é maior que a soma das partes.
No ambiente familiar, a cooperação baseia-se na aceitação de uma liderança e de uma hierarquia voltada unicamente para o bem de todos, onde cada membro da família é responsável por uma parte da tarefa. Lembram do nosso principio Pais e Filhos Não São Iguais?
A nossa família não é propaganda de margarina, ou pelo menos não deveria ser, onde uma pessoa faz tudo, no caso à mãe, e os demais aproveitam. É mãe que coloca a mesa do café, é ela que tira e ela que lava tudo. É ela que vai colocar a mesa do almoço e da janta e, provavelmente, será ela que vai lavar. É ela que vai arrumar as camas e é ela que vai lavar as roupas. Isto até pode ser um hotel 5 estrelas, agora uma família é que não é.
A cooperação baseia-se no respeito a todos os membros da família e é obtida quando se exige de cada um deles o cumprimento das tarefas indispensáveis à manutenção e ao controle da própria família.
Ao contrário da rede na praia onde a minha colaboração não está baseada necessariamente ao resultado final, até porque pode ser que não venha nenhum peixe na rede, eu apenas estou contribuindo assim como os demais que se somaram aos pescadores.
Os pescadores que vivem na colônia, na forma como estão constituídos, sabem que a cooperação é que poderá garantir o pão de cada dia.
Saindo da praia e voltando para nossa casa, o que poderá garantir uma relação harmoniosa da nossa família não é apenas a intimidade ou o viver de baixo do mesmo teto, e sim a cooperação.
No grupo familiar que não existe cooperação, certamente existe a exploração. E aqui eu preciso dar um pulinho até o nosso 12º princípio e dizer que cada vez que fazemos por uma pessoa o que ela mesmo pode fazer, roubamos dela a possibilidade de realização.
Percebam que a cooperação é a oportunidade de realização individual dentro do grupo familiar. E se eu não ensinar aos meus filhos sobre a importância da cooperação em casa, eles não vão ser cooperativos quando tiverem o seu próprio lar e estamos contribuindo para uma sociedade muito mais egoísta, onde cada pensa em si mesmo e o resto, é resto.
Precisamos estar atentos pois acostumamos a valorizar nossos filhos por desejarem estar conosco e não por desejarem cooperar conosco. E que toda e qualquer cooperação precisa estar precedida de uma recompensa como se isto fosse uma disputa.
Talvez, como dica é claro, na próxima vez que estivermos na praia e acontecer um arrastão (puxar rede de peixe) e os nossos familiares saírem correndo para ajudar, alguém registre este momento para poder mostrar o quanto estavam felizes ajudando a puxar a rede. Ou quem sabe, comprar um quadro com a cena de todos puxando uma rede. Quem sabe assim, quando for requerida a cooperação de todos em casa, possam perceber que a felicidade e a alegria do lar deve ser muito mais importante do que apenas alguns momentos numa praia num determinado verão.
Um grande e fraterno abraço amigos de caminhada.
Você puxa rede na sua casa?
Você puxa rede na sua casa?
"O todo é maior que a soma das partes"
Para as pessoas que moram próximas ao litoral e principalmente onde existem colônias de pescadores, já deve ter presenciado os pescadores puxando uma rede do mar.
Em virtude do tamanho e do peso da rede é preciso que vários pescadores ajudem para que a rede possa ser puxada até a areia.
E quando esta cena acontece no verão, em plena temporada de férias, outras pessoas se juntam aos pescadores para ajudar na tarefa. Aí, você vê pessoas de todas as idades fazendo força sem que precise ser chamadas a fazer tamanho esforço.
Quando o resultado do esforço chega até a praia, todos ficam maravilhados pela quantidade de peixes e por ter contribuído para o resultado final.
E o mais interessante de tudo é que todos saem felizes por ter ajudado os pescadores, mesmo que não ganhem “nadica de nada” pelo esforço.
Oura coisa que chama a atenção é que o número de mulheres é bem menor do que o número de homens e o grande número de crianças.
Quando você olha para as cadeiras e guarda-sóis, lá estão as mães olhando atentamente os seus filhos e maridos envolvidos na tarefa de forma alegre e participativa. Eles vão ter história para contar depois das férias.
E muitas mães também devem estar pensando que para levar o lixo para fora de casa é preciso haver uma conferência familiar para ver quem pode levar o danado do lixo.
Se pedir para alguém, este alguém poderá dizer em alto e bom tom:
-Por que eu?
Logo vai ser preciso uma discussão cansativa para ver quem vai levar o lixo para a lixeira.
Aí, perdemos a noção de que viver em família é viver a cooperação e que na praia, quando ajudamos a puxar uma rede, estamos praticando a colaboração.
A cooperação está vinculada à interação, a qual requer a formação de vínculos e a reciprocidade afetiva entre os participantes. O todo é maior que a soma das partes.
No ambiente familiar, a cooperação baseia-se na aceitação de uma liderança e de uma hierarquia voltada unicamente para o bem de todos, onde cada membro da família é responsável por uma parte da tarefa. Lembram do nosso principio Pais e Filhos Não São Iguais?
A nossa família não é propaganda de margarina, ou pelo menos não deveria ser, onde uma pessoa faz tudo, no caso à mãe, e os demais aproveitam. É mãe que coloca a mesa do café, é ela que tira e ela que lava tudo. É ela que vai colocar a mesa do almoço e da janta e, provavelmente, será ela que vai lavar. É ela que vai arrumar as camas e é ela que vai lavar as roupas. Isto até pode ser um hotel 5 estrelas, agora uma família é que não é.
A cooperação baseia-se no respeito a todos os membros da família e é obtida quando se exige de cada um deles o cumprimento das tarefas indispensáveis à manutenção e ao controle da própria família.
Ao contrário da rede na praia onde a minha colaboração não está baseada necessariamente ao resultado final, até porque pode ser que não venha nenhum peixe na rede, eu apenas estou contribuindo assim como os demais que se somaram aos pescadores.
Os pescadores que vivem na colônia, na forma como estão constituídos, sabem que a cooperação é que poderá garantir o pão de cada dia.
Saindo da praia e voltando para nossa casa, o que poderá garantir uma relação harmoniosa da nossa família não é apenas a intimidade ou o viver de baixo do mesmo teto, e sim a cooperação.
No grupo familiar que não existe cooperação, certamente existe a exploração. E aqui eu preciso dar um pulinho até o nosso 12º princípio e dizer que cada vez que fazemos por uma pessoa o que ela mesmo pode fazer, roubamos dela a possibilidade de realização.
Percebam que a cooperação é a oportunidade de realização individual dentro do grupo familiar. E se eu não ensinar aos meus filhos sobre a importância da cooperação em casa, eles não vão ser cooperativos quando tiverem o seu próprio lar e estamos contribuindo para uma sociedade muito mais egoísta, onde cada pensa em si mesmo e o resto, é resto.
Precisamos estar atentos pois acostumamos a valorizar nossos filhos por desejarem estar conosco e não por desejarem cooperar conosco. E que toda e qualquer cooperação precisa estar precedida de uma recompensa como se isto fosse uma disputa.
Talvez, como dica é claro, na próxima vez que estivermos na praia e acontecer um arrastão (puxar rede de peixe) e os nossos familiares saírem correndo para ajudar, alguém registre este momento para poder mostrar o quanto estavam felizes ajudando a puxar a rede. Ou quem sabe, comprar um quadro com a cena de todos puxando uma rede. Quem sabe assim, quando for requerida a cooperação de todos em casa, possam perceber que a felicidade e a alegria do lar deve ser muito mais importante do que apenas alguns momentos numa praia num determinado verão.
Um grande e fraterno abraço amigos de caminhada.
"O todo é maior que a soma das partes"
Para as pessoas que moram próximas ao litoral e principalmente onde existem colônias de pescadores, já deve ter presenciado os pescadores puxando uma rede do mar.
Em virtude do tamanho e do peso da rede é preciso que vários pescadores ajudem para que a rede possa ser puxada até a areia.
E quando esta cena acontece no verão, em plena temporada de férias, outras pessoas se juntam aos pescadores para ajudar na tarefa. Aí, você vê pessoas de todas as idades fazendo força sem que precise ser chamadas a fazer tamanho esforço.
Quando o resultado do esforço chega até a praia, todos ficam maravilhados pela quantidade de peixes e por ter contribuído para o resultado final.
E o mais interessante de tudo é que todos saem felizes por ter ajudado os pescadores, mesmo que não ganhem “nadica de nada” pelo esforço.
Oura coisa que chama a atenção é que o número de mulheres é bem menor do que o número de homens e o grande número de crianças.
Quando você olha para as cadeiras e guarda-sóis, lá estão as mães olhando atentamente os seus filhos e maridos envolvidos na tarefa de forma alegre e participativa. Eles vão ter história para contar depois das férias.
E muitas mães também devem estar pensando que para levar o lixo para fora de casa é preciso haver uma conferência familiar para ver quem pode levar o danado do lixo.
Se pedir para alguém, este alguém poderá dizer em alto e bom tom:
-Por que eu?
Logo vai ser preciso uma discussão cansativa para ver quem vai levar o lixo para a lixeira.
Aí, perdemos a noção de que viver em família é viver a cooperação e que na praia, quando ajudamos a puxar uma rede, estamos praticando a colaboração.
A cooperação está vinculada à interação, a qual requer a formação de vínculos e a reciprocidade afetiva entre os participantes. O todo é maior que a soma das partes.
No ambiente familiar, a cooperação baseia-se na aceitação de uma liderança e de uma hierarquia voltada unicamente para o bem de todos, onde cada membro da família é responsável por uma parte da tarefa. Lembram do nosso principio Pais e Filhos Não São Iguais?
A nossa família não é propaganda de margarina, ou pelo menos não deveria ser, onde uma pessoa faz tudo, no caso à mãe, e os demais aproveitam. É mãe que coloca a mesa do café, é ela que tira e ela que lava tudo. É ela que vai colocar a mesa do almoço e da janta e, provavelmente, será ela que vai lavar. É ela que vai arrumar as camas e é ela que vai lavar as roupas. Isto até pode ser um hotel 5 estrelas, agora uma família é que não é.
A cooperação baseia-se no respeito a todos os membros da família e é obtida quando se exige de cada um deles o cumprimento das tarefas indispensáveis à manutenção e ao controle da própria família.
Ao contrário da rede na praia onde a minha colaboração não está baseada necessariamente ao resultado final, até porque pode ser que não venha nenhum peixe na rede, eu apenas estou contribuindo assim como os demais que se somaram aos pescadores.
Os pescadores que vivem na colônia, na forma como estão constituídos, sabem que a cooperação é que poderá garantir o pão de cada dia.
Saindo da praia e voltando para nossa casa, o que poderá garantir uma relação harmoniosa da nossa família não é apenas a intimidade ou o viver de baixo do mesmo teto, e sim a cooperação.
No grupo familiar que não existe cooperação, certamente existe a exploração. E aqui eu preciso dar um pulinho até o nosso 12º princípio e dizer que cada vez que fazemos por uma pessoa o que ela mesmo pode fazer, roubamos dela a possibilidade de realização.
Percebam que a cooperação é a oportunidade de realização individual dentro do grupo familiar. E se eu não ensinar aos meus filhos sobre a importância da cooperação em casa, eles não vão ser cooperativos quando tiverem o seu próprio lar e estamos contribuindo para uma sociedade muito mais egoísta, onde cada pensa em si mesmo e o resto, é resto.
Precisamos estar atentos pois acostumamos a valorizar nossos filhos por desejarem estar conosco e não por desejarem cooperar conosco. E que toda e qualquer cooperação precisa estar precedida de uma recompensa como se isto fosse uma disputa.
Talvez, como dica é claro, na próxima vez que estivermos na praia e acontecer um arrastão (puxar rede de peixe) e os nossos familiares saírem correndo para ajudar, alguém registre este momento para poder mostrar o quanto estavam felizes ajudando a puxar a rede. Ou quem sabe, comprar um quadro com a cena de todos puxando uma rede. Quem sabe assim, quando for requerida a cooperação de todos em casa, possam perceber que a felicidade e a alegria do lar deve ser muito mais importante do que apenas alguns momentos numa praia num determinado verão.
Um grande e fraterno abraço amigos de caminhada.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Vamos dar as mãos, fazer um círculo e refletir!
Eu seguro a minha mão a tua e uno o meu coração ao teu
para que juntos possamos fazer aquilo que sozinho eu não consigo.
Quando falamos em grupo, a primeira idéia que nos vem a mente é uma reunião de pessoas que, normalmente, tem o mesmo pensamento, gostam das mesmas coisas ou partilham dos mesmos sentimentos.
Porém, mesmo convivendo em grupo, algumas pessoas num determinado grupo não partilham dos mesmos sentimentos e quando isto acontece, o sofrimento é inevitável.
Numa família, que é o objeto deste meu escrever, quando ocorre algo que quebra a corrente familiar e isto pode ser por vários motivos, a harmonia é quebrada é o estar junto passa a ser algo que só traz infelicidade.
E no mês de setembro par nós no Amor-Exigente, ao trabalharmos com o nosso principio, começamos a avaliação primeiro em nós e depois a família. É preciso começar em nós, por isto grupo de auto-ajuda, para que entendamos o processo do principio primeiramente em nós. A partir do momento que eu me encontro no principio é preciso que eu também consiga perceber a minha família no principio.
E quem me conhece sabe que gosto de trabalhar com estratégias para reforçar um principio ou fazer com que ele seja percebido claramente pelas pessoas. E como coloquei como titulo deste escrever, nada como um grupo de pessoas num círculo e de mãos dadas para levar uma idéia da importância de um grupo coeso na tomada de atitudes.
A idéia é a seguinte:
-Pegue umas seis pessoas diga para que elas dêem as mãos e façam um círculo. Note que elas farão um círculo e ficaram de frente uma com as outras, sem que você precise pedir. O que isto representa? Representa a necessidade de ficar de frente para que eu possa ver e conhecer quem está fazendo parte deste grupo ou círculo. E o estar de mãos dadas representa a união e força que precisamos para poder enfrentar todos os problemas que poderão advir. Estando de frente e de mãos dadas, significa que não esconderemos nada um do outro, permaneceremos unidos e as dificuldades serão bem enfrentadas. Uma família assim consegue permanecer unida e a busca da felicidade será o bem maior a ser conquistado.
-Agora, faça este grupo ficar da mesma forma só que sem as mãos dadas. Este é um grupo ou família onde as dificuldades conseguem mais facilmente entrar e abalar a harmonia. Embora elas estejam de frente uma das outras, ainda sim falta um elo que as ligue e possam enfrentar as dificuldades com muito mais força. Quantas famílias estão nesta situação?
-Agora, com o mesmo grupo, faça com que eles fiquem de costas um para o outro e de mãos dadas. Ainda assim continua sendo um grupo. Porém, é verdadeiramente um grupo ou algumas pessoas que resolveram dar as mãos? Quantas famílias vivem nesta situação? Vivem numa mesma casa, parece ser uma família (estão de mãos dadas), porém não se conhecem. É uma família onde o individualismo é mais forte do que o desejo de se conhecer para que possam se ajudar. Uma família assim, os problemas conseguem facilmente quebrar esta aparente união.
-Agora, com este mesmo grupo, faça com que eles fiquem em círculo, de costas um para o outro e sem as mãos dadas. É assim que chegamos ao Amor-Exigente. Perdemos o referencial do que seja verdadeiramente uma família. O sofrimento e a angústia tomaram conta de todos e ninguém mais se conhece, ninguém mais conversa e todos parecem estranhos convivendo dentro de uma mesma casa. Ao perdermos o referencial da nossa casa precisamos buscar outra referência. E é aí que entra o Amor-Exigente. É ai que entra o Grupo de Ajuda.
-Agora, para representar o que é um grupo de Amor-Exigente, faça com que as pessoas dêem as mãos, fiquem de frente uma para as outras e que cada uma coloque a sua mão no coração do outro e lembre da oração da serenidade: “Eu seguro a minha a tua.......”.
Também acredito que esta deveria ser uma reflexão para nós coordenadores, para que possamos olhar para os nossos grupos e perceber de que forma estamos vivendo e vivenciando o grupo. Como tem sido o nosso círculo?
Vamos viver a primavera e perceber na beleza das flores e o quanto Deus tem feito para que possamos perceber a beleza da sua criação.
Um grande e fraterno abraço amigos de cminhada.
Eu seguro a minha mão a tua e uno o meu coração ao teu
para que juntos possamos fazer aquilo que sozinho eu não consigo.
Quando falamos em grupo, a primeira idéia que nos vem a mente é uma reunião de pessoas que, normalmente, tem o mesmo pensamento, gostam das mesmas coisas ou partilham dos mesmos sentimentos.
Porém, mesmo convivendo em grupo, algumas pessoas num determinado grupo não partilham dos mesmos sentimentos e quando isto acontece, o sofrimento é inevitável.
Numa família, que é o objeto deste meu escrever, quando ocorre algo que quebra a corrente familiar e isto pode ser por vários motivos, a harmonia é quebrada é o estar junto passa a ser algo que só traz infelicidade.
E no mês de setembro par nós no Amor-Exigente, ao trabalharmos com o nosso principio, começamos a avaliação primeiro em nós e depois a família. É preciso começar em nós, por isto grupo de auto-ajuda, para que entendamos o processo do principio primeiramente em nós. A partir do momento que eu me encontro no principio é preciso que eu também consiga perceber a minha família no principio.
E quem me conhece sabe que gosto de trabalhar com estratégias para reforçar um principio ou fazer com que ele seja percebido claramente pelas pessoas. E como coloquei como titulo deste escrever, nada como um grupo de pessoas num círculo e de mãos dadas para levar uma idéia da importância de um grupo coeso na tomada de atitudes.
A idéia é a seguinte:
-Pegue umas seis pessoas diga para que elas dêem as mãos e façam um círculo. Note que elas farão um círculo e ficaram de frente uma com as outras, sem que você precise pedir. O que isto representa? Representa a necessidade de ficar de frente para que eu possa ver e conhecer quem está fazendo parte deste grupo ou círculo. E o estar de mãos dadas representa a união e força que precisamos para poder enfrentar todos os problemas que poderão advir. Estando de frente e de mãos dadas, significa que não esconderemos nada um do outro, permaneceremos unidos e as dificuldades serão bem enfrentadas. Uma família assim consegue permanecer unida e a busca da felicidade será o bem maior a ser conquistado.
-Agora, faça este grupo ficar da mesma forma só que sem as mãos dadas. Este é um grupo ou família onde as dificuldades conseguem mais facilmente entrar e abalar a harmonia. Embora elas estejam de frente uma das outras, ainda sim falta um elo que as ligue e possam enfrentar as dificuldades com muito mais força. Quantas famílias estão nesta situação?
-Agora, com o mesmo grupo, faça com que eles fiquem de costas um para o outro e de mãos dadas. Ainda assim continua sendo um grupo. Porém, é verdadeiramente um grupo ou algumas pessoas que resolveram dar as mãos? Quantas famílias vivem nesta situação? Vivem numa mesma casa, parece ser uma família (estão de mãos dadas), porém não se conhecem. É uma família onde o individualismo é mais forte do que o desejo de se conhecer para que possam se ajudar. Uma família assim, os problemas conseguem facilmente quebrar esta aparente união.
-Agora, com este mesmo grupo, faça com que eles fiquem em círculo, de costas um para o outro e sem as mãos dadas. É assim que chegamos ao Amor-Exigente. Perdemos o referencial do que seja verdadeiramente uma família. O sofrimento e a angústia tomaram conta de todos e ninguém mais se conhece, ninguém mais conversa e todos parecem estranhos convivendo dentro de uma mesma casa. Ao perdermos o referencial da nossa casa precisamos buscar outra referência. E é aí que entra o Amor-Exigente. É ai que entra o Grupo de Ajuda.
-Agora, para representar o que é um grupo de Amor-Exigente, faça com que as pessoas dêem as mãos, fiquem de frente uma para as outras e que cada uma coloque a sua mão no coração do outro e lembre da oração da serenidade: “Eu seguro a minha a tua.......”.
Também acredito que esta deveria ser uma reflexão para nós coordenadores, para que possamos olhar para os nossos grupos e perceber de que forma estamos vivendo e vivenciando o grupo. Como tem sido o nosso círculo?
Vamos viver a primavera e perceber na beleza das flores e o quanto Deus tem feito para que possamos perceber a beleza da sua criação.
Um grande e fraterno abraço amigos de cminhada.
Princípio do Mês de Setembro - O Grupo de Apoio
Princípio do Mês de Setembro - O Grupo de Apoio
O mês de setembro é um momento especial para aqueles que freqüentam os grupos de Amor-Exigente.
Digo isto, pois é quando temos a oportunidade concreta de ouvirmos das pessoas o quanto o grupo de apoio está sendo importante em suas vidas.
Por isso é muito importante que possamos ouvir na abertura das reuniões testemunhos das pessoas que, de livre e espontânea vontade, desejem expressar a importância que o grupo tem representando em suas vidas.
E por que o grupo possui esta importância na vida das pessoas?
Se prestarmos atenção ao nosso modo de vida, notaremos que estamos passando por um processo onde as pessoas estão se isolando em virtude dos mais variados motivos que provocam este afastar-se do inter-relacionamento.
E este afastamento vai dificultando a troca de experiências e provocando o “cada um por si”. É a lei do egoísmo que volta-se contra nós mesmos, uma vez que não encontramos mais pessoas dispostas ao simples ato de ouvir. Vamos escondendo as nossas dificuldades, os nossos problemas e os nossos medos, pois as pessoas julgam muita facilidade, perdoam com grande dificuldade e raramente doam o seu tempo para ouvir.
E quanto mais a família vai tentando sozinha solucionar problemas de comportamento com os seus filhos e trabalhar com os recursos disponíveis, ela vai percebendo que estes recursos são limitados. Que o passado nem sempre nos supre com experiências que possam servir de base para o enfrentamento das dificuldades de relacionamento familiar.
Aí, vai começando um desgaste no relacionamento familiar em virtude da culpa que os pais vão sentindo por considerar que falharam na educação dos filhos. E para compensar este sentimento de culpa, muitos pais recorrem as coisas materiais como forma de tentar suprir o que acreditam não terem dado aos filhos.
E o nosso azar de pais é que não existe escola para formar pais. Praticamos com os nossos filhos o que aprendemos com os nossos pais. E quando notamos que estamos perdendo as rédeas da situação, ficamos desesperados por tudo que os nossos filhos fazem. Principalmente pelo o que eles não fazem dentro de casa.
Quando os pais encontram um grupo de Amor-Exigente e começam a freqüentar as reuniões regularmente, vão percebendo na partilha de experiências no grupo que existe uma saída e que não estão mais sozinhos. Começam a perceber a realidade de uma forma diferente e notar que não foram os fatos que mudaram, foram eles que se colocaram em relação aos fatos sob outra perspectiva.
E conforme estes pais mantêm a regularidade nas reuniões, os laços vão lentamente sendo criados e eles percebem as atitudes de respeito, de interesse e de entusiasmo que as pessoas nutrem entre elas. Que é um grupo onde as pessoas se importam com os outros de uma forma diferente. Que as pessoas refletem e discutem sobre o modo de agir de cada um, entendem as dificuldades e buscam encontrar dentro de cada um alguma luz que ainda brilhe e que possa ficar mais forte para iluminar o caminho.
E um outro ponto que não podemos esquecer e que tem sido de grande valia para as pessoas no grupo é sem dúvida alguma a pratica da espiritualidade, que deverá ser praticada em todas as reuniões. E como eu sempre digo em todas as palestras que profiro que somente as pessoas espiritualizadas conseguem ter serenidade.
O grupo vai se tornando um grande alicerce para que possamos encontrar nas dificuldades do dia-a-dia, que são imensas, prazer e alegria de poder viver. Aprendemos a não julgar, a ter tolerância e compaixão comigo mesmo e com os outros; a ter humildade para reconhecer que precisamos de ajuda sim; apreendemos também que não devemos querer que os outros pensem e ajam como nós, mas sim que encontrem a própria maneira de superar as dificuldades, pois assim é que cresceremos juntos.
Também é importante salientar que aquilo que as pessoas encontram nos grupos do Amor-Exigente, também deveria levar para as suas famílias.
O primeiro grupo de auto-ajuda deveria ser a família. Quando não encontramos na nossa família o espaço para o dialogo das nossas dificuldades, vamos procurar outro espaço para que alguém possa oferecer um tempo para que possamos desabafar.
Sempre é bom lembrar que somos um grupo de auto-ajuda e mutua-ajuda. Eu preciso me ajudar tomando atitudes e colocando-me limites e isto, inevitavelmente, também proporciona no outro o sentimento de que é possível viver em função de alguém ou ficar doente em virtude da doença do outro. E isto é proporcionar mutua-ajuda. A minha força de vontade vai encorajar o outro a tomar atitudes também. E assim vamos nos ajudando.
Eu diria que o mês de setembro é o momento das pessoas avaliarem o quanto estamos sendo eficientes nas nossas reuniões. O quanto estamos proporcionando de afeto, carinho e atenção nas reuniões.
Afinal, o que eu não encontrei na minha casa fui procurar em outra casa. Aí, eu encontrei um espaço onde as pessoas não julgam, não me perguntam de que religião eu sou, não querem saber de que partido eu sou. Apenas querem saber da minha dor e de que forma através do Amor-Exigente podem contribuir para que eu encontre um caminho alternativo, onde o sofrimento e a dor possa ser melhor trabalhado.
O mês de setembro é um momento especial para aqueles que freqüentam os grupos de Amor-Exigente.
Digo isto, pois é quando temos a oportunidade concreta de ouvirmos das pessoas o quanto o grupo de apoio está sendo importante em suas vidas.
Por isso é muito importante que possamos ouvir na abertura das reuniões testemunhos das pessoas que, de livre e espontânea vontade, desejem expressar a importância que o grupo tem representando em suas vidas.
E por que o grupo possui esta importância na vida das pessoas?
Se prestarmos atenção ao nosso modo de vida, notaremos que estamos passando por um processo onde as pessoas estão se isolando em virtude dos mais variados motivos que provocam este afastar-se do inter-relacionamento.
E este afastamento vai dificultando a troca de experiências e provocando o “cada um por si”. É a lei do egoísmo que volta-se contra nós mesmos, uma vez que não encontramos mais pessoas dispostas ao simples ato de ouvir. Vamos escondendo as nossas dificuldades, os nossos problemas e os nossos medos, pois as pessoas julgam muita facilidade, perdoam com grande dificuldade e raramente doam o seu tempo para ouvir.
E quanto mais a família vai tentando sozinha solucionar problemas de comportamento com os seus filhos e trabalhar com os recursos disponíveis, ela vai percebendo que estes recursos são limitados. Que o passado nem sempre nos supre com experiências que possam servir de base para o enfrentamento das dificuldades de relacionamento familiar.
Aí, vai começando um desgaste no relacionamento familiar em virtude da culpa que os pais vão sentindo por considerar que falharam na educação dos filhos. E para compensar este sentimento de culpa, muitos pais recorrem as coisas materiais como forma de tentar suprir o que acreditam não terem dado aos filhos.
E o nosso azar de pais é que não existe escola para formar pais. Praticamos com os nossos filhos o que aprendemos com os nossos pais. E quando notamos que estamos perdendo as rédeas da situação, ficamos desesperados por tudo que os nossos filhos fazem. Principalmente pelo o que eles não fazem dentro de casa.
Quando os pais encontram um grupo de Amor-Exigente e começam a freqüentar as reuniões regularmente, vão percebendo na partilha de experiências no grupo que existe uma saída e que não estão mais sozinhos. Começam a perceber a realidade de uma forma diferente e notar que não foram os fatos que mudaram, foram eles que se colocaram em relação aos fatos sob outra perspectiva.
E conforme estes pais mantêm a regularidade nas reuniões, os laços vão lentamente sendo criados e eles percebem as atitudes de respeito, de interesse e de entusiasmo que as pessoas nutrem entre elas. Que é um grupo onde as pessoas se importam com os outros de uma forma diferente. Que as pessoas refletem e discutem sobre o modo de agir de cada um, entendem as dificuldades e buscam encontrar dentro de cada um alguma luz que ainda brilhe e que possa ficar mais forte para iluminar o caminho.
E um outro ponto que não podemos esquecer e que tem sido de grande valia para as pessoas no grupo é sem dúvida alguma a pratica da espiritualidade, que deverá ser praticada em todas as reuniões. E como eu sempre digo em todas as palestras que profiro que somente as pessoas espiritualizadas conseguem ter serenidade.
O grupo vai se tornando um grande alicerce para que possamos encontrar nas dificuldades do dia-a-dia, que são imensas, prazer e alegria de poder viver. Aprendemos a não julgar, a ter tolerância e compaixão comigo mesmo e com os outros; a ter humildade para reconhecer que precisamos de ajuda sim; apreendemos também que não devemos querer que os outros pensem e ajam como nós, mas sim que encontrem a própria maneira de superar as dificuldades, pois assim é que cresceremos juntos.
Também é importante salientar que aquilo que as pessoas encontram nos grupos do Amor-Exigente, também deveria levar para as suas famílias.
O primeiro grupo de auto-ajuda deveria ser a família. Quando não encontramos na nossa família o espaço para o dialogo das nossas dificuldades, vamos procurar outro espaço para que alguém possa oferecer um tempo para que possamos desabafar.
Sempre é bom lembrar que somos um grupo de auto-ajuda e mutua-ajuda. Eu preciso me ajudar tomando atitudes e colocando-me limites e isto, inevitavelmente, também proporciona no outro o sentimento de que é possível viver em função de alguém ou ficar doente em virtude da doença do outro. E isto é proporcionar mutua-ajuda. A minha força de vontade vai encorajar o outro a tomar atitudes também. E assim vamos nos ajudando.
Eu diria que o mês de setembro é o momento das pessoas avaliarem o quanto estamos sendo eficientes nas nossas reuniões. O quanto estamos proporcionando de afeto, carinho e atenção nas reuniões.
Afinal, o que eu não encontrei na minha casa fui procurar em outra casa. Aí, eu encontrei um espaço onde as pessoas não julgam, não me perguntam de que religião eu sou, não querem saber de que partido eu sou. Apenas querem saber da minha dor e de que forma através do Amor-Exigente podem contribuir para que eu encontre um caminho alternativo, onde o sofrimento e a dor possa ser melhor trabalhado.
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Ainda a crise!
Tomada de Atitude que não gera crise,
não é Tomada de Atitude
é atitude não tomada!
Crise sempre implica em dor.
Crise sem dor não é crise
é acomodação!
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